Amo Muito Tudo Isso !!!

Terça-feira, Setembro 25, 2007





Glitter Photos


Lêda às 7:30 PM

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Domingo, Setembro 23, 2007






Lêda às 12:24 AM

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Quinta-feira, Setembro 20, 2007






Outro dia encontrei uma caixinha, com algumas lembranças e recortes de artigos, (de vários autores), coisas que gostei em algum momento e achei importante guardar
Hoje li esse texto, de uma campanha publicitária da CNBB e Conselho Nacional de Propaganda, de 01/01/1975.
Achei lindo, tão atual e ainda bastante oportuno, já naquela época, demonstrando nossa preocupação com os senhores da guerra, o futuro da nossa sociedade e do mundo. Aí vai.

A PAZ QUER VOCÊ
Estamos fazendo um convite para que os senhores da Guerra tornem-se os senhores da Paz.
E quem somos nós, para assim nos dirigirmos aos estadistas, aos políticos, militares, empresários, diplomatas, reitores, juízes, editores, bispos, pastores – enfim aos homens que dispõem de alguma parcela de poder, para influenciar os destinos da nossa sociedade e do mundo?
Pois bem. Nós somos os homens da rua, os rostos na multidão, essa gente que trabalha muito, mas conta pouco na hora das decisões.
Nós somos, como se diz por aí, os da galera, os que torcem da geral do estádio, para que o jogo da vida seja um belo espetáculo. Para que ele não degenere em pancadaria grossa. Porque sabemos que sempre sobra pra gente, o osso duro de roer.
Basta lembrar o que aconteceu nas duas grandes guerras, na Coréia, Vietnã, no Oriente Médio e em outras guerras menos cotadas no mercado internacional. Para milhões de mortes anônimas, alguns sobreviventes privilegiados.
Claro que temos medo. É só meditar no que vimos na TV e nos jornais para pressentir o que pode acontecer no ano que se aproxima.
Por isso, quem manda pouco, como nós, tem que pedir.
Tem que pedir que as verdadeiras armas da Paz sejam usadas. E com urgência. Nós sabemos que elas existem: a força moral do Direito, o respeito pelos acordos e tratados, a aplicação efetiva dos Direitos do homem e dos povos, a eficiente atuação dos organismos internacionais, a convivência fraterna das raças, das religiões e dos credos políticos.
Sabemos que tudo isso, em ação, pode substituir a máquina da guerra enlouquecida.
O arsenal da Paz está repleto de armas. Quem tem acesso a ele, tem de usá-las.



Lêda às 10:07 PM

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Esse é o selo da amiga Tetê, para que, unidas lutemos pela Paz, por um mundo melhor!
Amanhã e sempre! Porque a Paz precisa ser exercitada e valorizada, principalmente, dentro de nós.


Lêda às 10:03 PM

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Canção da plenitude

Não tenho mais os olhos de menina, nem corpo adolescente e a pele translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos - bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: Dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir, quando em outros tempos choraria
Busca te agradar, quando antigamente quereria apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora.
Esses dourados anos me ensinaram a amar melhor
Com mais paciência e não menos ardor, a entender-te se precisas
A aguardar-te quando vais, a dar-te regaço de amante e colo de amiga
E, sobretudo a força, que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: Um mar antigo e confiável
Cujas marés mesmo se fogem, retornam
Cujas correntes ocultas não levam destroços
Mas o sonho interminável das sereias.
Lya Luft


Estou devendo um texto às minhas amigas sobre as mulheres que, poeticamente falando, também tem suas fases, como a Lua.
Precisamos não só reparar nas mudanças físicas, mas principalmente ter um olhar mais amoroso pelo conjunto da Obra.
Afinal, leva tempo, (e não estou falando de idade), prá se construir uma mulher de verdade.

Mas parece que a Lya já disse tudo.


Lêda às 12:14 AM

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Não sei... Mas estou numa semana Mário Quintana.

Lêda às 12:02 AM

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Quarta-feira, Setembro 05, 2007





Anne!!! Aí está o desafio aceito e cumprido!

1951 Rio de Janeiro, o ano terminando... Um casal de namorados, uma gravidez não desejada, mas assumida pelo pai... O casal não deu certo e ela resolveu sair pelo mundo, com a filha. Procurou uma instituição e me colocou para adoção. Meus avós paternos entraram em contato com a família dela, comunicando o fato. A irmã recém casada foi lá, me resgatou e levou de presente para meus avós maternos, (minha mãe biológica fui conhecer aos nove anos, quando veio deixar outro filho para os pais criarem. Meu irmão Gil. Já adulta, nos tornamos amigas até que em 1979 ela faleceu).
Voltando...
Caí como uma bomba, numa família bem situada financeiramente, esclarecida, mas conservadora, no interior, cidade bem pequena, no Rio de Janeiro.
Caí não. Deus, sabiamente, me colocou lá, nesse lar de verdade, com um casal, cujos filhos já estavam criados e tinham vindo tentar a vida na cidade grande. Ambos com pouca instrução, mas sensíveis e amorosos.
Numa casa grande, de fazenda, com tudo de lindo e bom, cresci livre, cercada de carinho, amada, adorando meus queridos avós, então promovidos a pais.
1969 Rio de Janeiro... Anos difíceis, período negro, Ditadura, etc...
Com 18 anos decidi vir para a cidade grande, realizar meus sonhos e dos meus pais, que queriam ter a filha formada. Como durante minha vida toda estive vinculada a minha querida tia, (aquela que me resgatou da adoção), meu tio e duas primas, escolhi a casa deles para ficar, onde só saí para casar, em 1980.
Fiz vestibular e cursei S.Social. Optei pela área da saúde, onde estou até hoje, trabalhando num hospital público, com todas as dificuldades e ingerências bem conhecidas de todos, mas tentando, junto a minha equipe, acolher, confortar, atender da melhor forma possível. Sempre!
E lá se foram 32 anos. Estou decidindo se me aposento ou não.
A História da família...
Em meio a tudo isso, tem muitas outras história. Minhas primas viraram minhas irmãs, meus avós faleceram, meus tios me assumiram como filha, a família foi se formando...
1970 Nesse ano, conheço o pai das minhas filhas... Um espetáculo! Grande amor, razão de todos os meus projetos e sonhos de família. Por dez anos namoramos, nos amamos, transamos, afinal era a época da Paz e Amor! Curtimos tudo e fomos muito felizes.
1980 Casamos.
1982 e 1983 Tivemos nossas queridas, nos separamos, voltamos ano sim, ano não... E, por mais nove anos, tentamos. Não deu!
1989 Decidi me separar definitivamente nesse ano, as meninas já maiores, tudo em paz, cada um catando seus caquinhos... Amigos, como sempre fomos, independente das outras formas de amor que vivemos.
1990 O Amor primeiro, encontrou sua outra parte, vive com ela há 17 anos, minhas filhas ganharam irmãos que adoram, estão sempre juntos – 13 e 7anos. A “boadrasta” é uma pessoa especial, posso dizer que somos parceiras, soubemos respeitar, criar laços e interligar nossos filhos. Nos damos muito bem.
1990 Reencontrei um amigo lá do interior, antiga paquera de adolescência, que também veio fazer a vida na cidade grande, também se separando, com duas filhas, como eu.
Nos apaixonamos, vivemos 17 anos juntos, morando em casas separadas, o que deu muito certo em alguns aspectos e em outros não. Fomos intensa e lindamente felizes. Quando deixou de ser, ficou mais ou menos, ainda insisti muito. Não gosto de nada pela metade, quero ir até as últimas possibilidades.
2007 Acabou agora em Julho.
Não foi fácil, o amor nunca termina ao mesmo tempo para ambos. Algumas queixas recíprocas... Melhor que mágoas. Isso não deixamos acontecer. Ainda estamos dando um tempo. Não dá para ser muito rápido, principalmente quando não se tem um grande drama. Foi apenas um amor que não estava mais sendo tratado como merecia. Dificilmente terá volta. “O rio não anda para trás.”
2006 Minha sobrinha mais velha, que considero minha “Sobrefilha”,
já me deu um netinho, Enzo, um ano e sete meses, meu amor lindo!
2007 Em Março, desse ano perdi minha querida Tiãe, aos 75 anos.
Agora fui promovida a Matriarca, olha a responsabilidade! Vamos ver se dou conta!
Em resumo, somos uma família muito unida, amorosa e feliz.
Pronto! Não deu para ser menor. Afinal são 55 anos de histórias e vidas interligadas. Mas sabe de uma coisa?
Adorei ver tudo isso, que foi tão complexo para por em prática... Tão rapidamente descrito.
Adorei!



Lêda às 12:20 AM

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Domingo, Setembro 02, 2007







Ontem, assistindo a reprise da novela Da Cor do Pecado, observei melhor a personagem da Mamuska, aparentemente, exótica, caricata e absorvente - Mamãe Sardinha.
Acompanhando bem suas falas e atitudes, fiquei comovida com a riqueza, com as nuances da personalidade do personagem, tão simplesmente elaborada pelo autor e facilmente encontradas nas nossas histórias de cada dia, como mães.
Vendo assim, essa mãe personificada, que ama desmedidamente seus filhos, tive noção do quanto e como, somos todas parecidas em nossos corações, nossa maneira incomensurável de amar, nossas angústias, alguns segredos guardados, nossos medos e cuidados, nossa religiosidade, sempre pedindo a Deus e a Mãe do Céu por nossos filhos. E pensei mais...
Ah! Mãe do Céu... Viver não está fácil não!
Pensei nas nossas noites mal dormidas, em nosso dia a dia, nessa cidade violenta, nesse mundo ameaçador, onde as mais inusitadas formas de perigo nos espreitam e aos nossos filhos.
Ah! Mãe do Céu...
Sim, estamos apavoradas, inseguras, todos os dias ouvindo histórias escabrosas, tentando assim, prever, intuir, ouvir ou ver a cara do provável inimigo.
Sim, porque agora o inimigo tem outras faces. Ou disfarces.
Pode vir das camadas menos favorecidas ou pior: Ser uma aberração com MBA e tudo!
Pode ser um subproduto das classes AAA. Difícil identificar, pois geralmente tem estilo, roupas de grifes e não tem plaquinha na testa!
Ah! Mas tem Cartões de Crédito sem limites. Eles também sem limites.
E são filhos de: “Vc. Sabe com quem está falando”?
Ah! Mãe do Céu... Viver não está fácil não!
Estamos exaustas das promessas, dos políticos, das políticas de segurança e tanto blá blá blá.
Das frases esperadas e convenientes, das desesperadas esperanças, dos incertos amanhãs...
Ah! Mãe do Céu... Estamos por um fio.
Mãe do Céu, de onde estiveres, ajuda-nos a resistir a essas angústias, dominar esses medos, a orientar e proteger nossos filhos...
Porque no fundo Mãe do Céu... Somos todas iguais!
E aqui, Mãe do Céu... Viver não está fácil não!




Lêda às 10:45 PM

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Nome:Lêda
Idade:55
Rio de Janeiro E-mail:divole@globo.com

Tempo de...
Tempo de viver...
Tempo de abrir espaços...Meu dia-a-dia... Minha vida...
Tempo de encontros, desencontros, de encurtar distâncias, confessar amores ou lamentar desamores...
Superar horas difíceis, compartilhar momentos felizes, pois a vida é esse curto espaço de tempo situado entre o que agora vivemos e o que ainda não nos pertence. Espero aproveitar essa oportunidade para estreitar laços, para com verdadeira e calorosa alegria, recebê-los como amigos.




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